O café da manhã é a minha refeição mais tranquila. Quase não sinto fome de manhã. Hoje comi uma torrada com creme de queijo minas frescal, chá de cidreira com hortelã e uma banana-maçã.
Geralmente tomo um copo de leite de soja com 1 colher de Toddy light, mas quando quero comer uma fruta, tomo chá.
Essa semana não diminuí muito as quantidades pois, por experiência própria, sei que não funciona. Quando a gente começa a mudar os hábitos, o corpo sente. E se você come menos do que está acostumada, ele começa a reter com medo do que está por vir, rsrsrs.
É muito engraçado. De repente a gente começa a comer pouquinho e a malhar feito louca. Resultado: nenhum quilo maldito perdido. E muita raiva e esforço jogado fora, rsrsrs.
Acho raro quem nunca passou por isso. Então, o jeito é não diminuir tanto. Começar a comer melhor, evitar as porcarias e começar a diminuir aos pouquinhos, um pouco por semana, até chegar naquela quantidade que poderemos sustentar por pelos menos uns 6 meses ou o tempo necessário para o emagrecimento. E uma quantidade bacana para manutenção depois.
Então, essa semana estou focando na qualidade. Tentando fazer o que já aprendi sobre RA, sobre alimentos bons, funcionais e evitando ao máximo coisas como pão francês, chocolates, sorvetes, bolos, docinhos, ou seja, tudo o que a gente deve deixar apenas para o fim de semana, como regra.
Com o tempo e treinamento, a gente acaba se acostumando com o que é bom, com o que faz bem e consegue superar certas resistências. A comida é necessária para vivermos. E podemos sim saboreá-la, sentir o prazer de uma refeição, curtir o ritual de cozinhar e tudo o mais.
Essa coisa de emagrecer tem muito a ver com o nosso relacionamento com a comida. Digo por mim que muito tempo atrás não conseguia e hoje não é tão complicado. Como exemplo, eu posso dizer que hoje adoro cozinhar, o que antes não me era nada agradável.
Estou até enfrentando uma certa resistência de achar que é mais legal cozinhar para os outros. Estou me sentindo muito bem cozinhando só para mim e comendo sozinha.
Afinal, entre a tristeza de não ter companhia e o prazer de estar me cuidando, escolho este último, né? Sem dúvida alguma.
Bjs!
Cris






