Eu não costumo tomar tantas decisões no escritório como estou tendo que fazer ultimamente.
Mas essa semana é a última e acredito que tudo voltará ao normal semana que vem.
Decididamente, não sei se gosto de ser 'chefe' não. Bem, digamos que se fosse pra ser chefe do 'meu' negócio ainda vá lá. Mas do negócio dos outros...
Enfim, fugi da academia semana passada e essa. Ia ontem, mas tinha que passar umas roupas e queria fazer isso à luz do dia. Se eu deixasse pra depois, eu não ia fazer.
Amanhã é feriado aqui e vou ter tempo de organizar um pouco minha casa, descansar e colocar idéias no lugar.
A questão do namoro ainda incomoda. A cabeça não pára, não sei o que quero fazer, sinto que tá muito difícil e tô buscando paciência, razão e sensatez pra resolver isso.
Mas algo me diz que eu tenho que sentir meu coração mais vezes na hora de tomar decisões. Eu sempre fui muito racional. Não custa nada ser um pouco sentimental também.
Bem, sei lá. Talvez o ideal seja o conjunto, seja considerar ambos, né? Acho que é.
Esse fim de semana vai ser mais um fim de semana de "DR", mas dessa vez eu vou tentar ouvir mais que falar, porque segundo eu penso, já falei tudo o que eu sentia e precisava sobre o assunto.
Ontem eu vi aquele filme "Ele não está tão a fim de você" e achei bem divertido. E no fim, o sentimento que eu tive foi que a razão traz equilíbrio pra vida, mas o que importa mesmo no fim é o sentimento. E o saber lidar com as pessoas.
Eu sempre tive muito problema de relacionamento interpessoal.
Quando eu morava com meus pais, não recebíamos muitas pessoas em casa. Não consigo lembrar de ter tido uma vida social intensa quando criança. Participávamos sim de algumas coisas, mas sempre fomos muito 'isolados' do mundo.
Quando vc não vivencia as coisas, não aprende. Até hoje luto pra respeitar a individualidade de cada um, os gostos de cada um e ter uma vida sensata.
Mas eu sei que, no fundo, no fundo, eu nunca me senti respeitada. Sempre ouvi "parece besta, menina" ou "parece boba" ou qualquer outra coisa do tipo.
Cresci com baixa auto-estima, insegura e covarde. E isso tudo nos leva ao "auto-abandono".
Aprendi esse termo muito recentemente: "auto-abandono".
Como a gente se auto-abandona!!! É incrível... Com todo o conhecimento que temos atualmente sobre a vida saudável, sobre relacionamentos humanos, sobre tudo! Tudo tá na internet. Se não tá, não existe!! hahahah
E mesmo assim, continuamos com atitudes de auto-abandono: comemos demais, não fazemos exercícios, não dormimos o suficiente, não fazemos todos os exames médicos necessários, e muitas vezes nos preocupamos mais com os outros do que conosco mesmas...
Nos sentimos forçadas a seguir a RA certinha, nos rotulamos "de dieta" e não conseguimos ter atitudes "pró vida".
RA e exercícios, que é o que mais promovemos aqui na blogosfera light, são comportamentos que nos trazem benefícios, vida saudável, coisa boa, positiva, pra cima, otimista, é tudo de bom!!!
E mesmo assim, a gente acha tudo um "saco" de tempos em tempos.
Parece que estamos indo contra nossa natureza! Cansa! Irrita!
Mas porque temos esse sentimento?
Na minha total ignorância e 4 anos de RA, eu acho que somos é REBELDES demais!
Vítimas demais. Bobinhas demais.
O que tem que ser feito, tem que ser feito e pronto.
Nada de churumelas, como dizem por aí. hahahahaha
E tenho dito.
Nossa, me estendi demais no post. Era algo pra ser rápido, mas quando começo a escrever (ou falar), sai de baixo...
Bom feriado pra quem vai ter!
Bom fds pra todos!!
Bjão!!! Cris






